quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

CURA-TE A TI MESMO

"Enquanto as nossas almas e personalidades estiverem em harmonia, tudo será felicidade, paz e saúde. A doença, embora aparentemente cruel, nos ajuda a aprender lições que precisamos saber. A doença não é punição. Ela tem finalidade de nos dar uma lição e nunca será erradicada até que a lição seja aprendida. Seu objetivo é trazer de volta o estado original de harmonia entre a personalidade e a alma. O fato de um indivíduo ainda ter vida, indica que há esperança.Temos que ser firmes na determinação de vencer e na vontade de ganhar o topo da montanha. Nenhuma grande ascensão se realiza sem falhas ou quedas; estas devem ser consideradas como simples experiências enviadas para nossa educação, e tendo sido experimentadas podem ser esquecidas, pois a lição vive em nós.Com firmeza devemos andar para frente e adiante, sem nunca olharmos para trás, mas sim para o futuro glorioso com sua luz brilhante que está sempre a nossa frente.Todo medo deve ser eliminado pois é estranho a nós. Sendo filhos do Criador, somos Fagulhas da Vida Divina, somos invencíveis. Indestrutíveis e inconquistáveis.A doença é única e puramente corretiva; nem vingativa, nem cruel, é o meio adotado pelas nossas próprias Almas para mostrar-nos nossos erros, impedir que façamos mais mal a nós mesmos e trazer-nos de volta ao caminho da verdade e da Luz, do qual nunca deveríamos ter saído.A doença é aparentemente cruel porque é o resultado do pensamento e ação errada, que aparenta ser crueldade aos olhos dos outros. Portanto a necessidade em desenvolver o lado do amor e da irmandade de nossa natureza ao máximo, pois isto fará que a crueldade seja algo impossível no futuro.A cura da doença pode ser encontrada descobrindo o errado dentro de nós e erradicando esta falha pelo desenvolvimento pleno da virtude oposta. Não lutando contra o errado, mas permitindo que a virtude oposta inunde nosso Ser e ilumine a falha de nossa natureza... Devemos prontamente praticar a paz, imaginando nossa mente como uma lagoa a ser mantida sempre calma, sem ondas ou mesmo ondulações que possam interferir em sua tranqüilidade e gradualmente desenvolver seu estado de paz até que nenhum evento da vida, nenhuma circunstância, nenhuma outra personalidade possam, sob condição alguma, afetar a superfície desta lagoa ou fazer surgir dentro de nós qualquer sentimento de irritação, depressão ou dúvida.Devemos considerar o opressor da mesma maneira como enfrentamos um adversário no esporte, como uma personalidade com a qual estamos fazendo o Jogo da Vida, sem o menor traço de amargura e se não fosse por esse oponente, não teríamos a oportunidade de desenvolver nossa própria coragem e individualidade."

dr. Edward Bach

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